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1º CONCURSO NACIONAL DE CONTOS

5 contos clássicos da literatura brasileira para se inspirar


Machado de Assis, Clarice Lispector, João do Rio, Alcântara Machado e Lima Barreto são os autores selecionados
  12/01/2021



O prazo para inscrições no 1º Concurso Nacional de Contos da ANPPREV está aberto até o dia 15 de fevereiro (leia o edital aqui). Além de distribuir prêmios para os três melhores colocados, o certame vai selecionar obras para editar em um livro. Para te inspirar no processo criativo, escolhemos cinco grandes clássicos da literatura brasileira; os autores - Machado de Assis, Clarice Lispector, João do Rio, Alcântara Machado e Lima Barreto - dispensam apresentação.

“O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto

Resumo: Ao descobrir que o Barão de Jacuecanga procurava um tradutor de javanês, Castelo, de olho em ganhos financeiros e no status, resolve fingir ter domínio do idioma. Até onde vai essa mentira e onde ela levará o personagem? No conto, de 1911, Lima Barreto faz críticas irônicas e bem-humoradas ao bacharelismo e à burocracia.

“Uma Galinha”, de Clarice Lispector

Resumo: “Era uma galinha de domingo”, mas que, após colocar um ovo, ganha a afeição de uma menina e acaba sendo poupada da morte. De alimento, a galinha passa a ser tratada como animal doméstico. A nova amizade, entretanto, dura pouco e para o animal resta cumprir com seu destino. Além de nos fazer refletir sobre nossos hábitos alimentares, Clarice, nesta ficção leve, aborda aspectos do comportamento humano. 

“A Cartomante”, de Machado de Assis

Resumo: Um grande clássico entre os clássicos. Este conto é um dos mais famosos escritos por Machado de Assis. Trata-se da história de um triângulo amoroso entre Rita, Vilela e Camilo (amante de Rita e amigo de Vilela). Com medo de que o amigo tenha descoberto sobre a traição, Camilo procura uma cartomante que o tranquiliza. Mas será que as cartas mostraram o real desfecho da história?

“O homem de cabeça de papelão”, de João do Rio

Resumo: Em uma sociedade com valores deturpados, o jovem Antenor tenta se encaixar em práticas que não concorda. Honesto e trabalhador, ele não encontra amparo no mundo a sua volta e decide trocar a cabeça, certo de que tem algum problema, por uma de papelão. Apesar de ser classificada como uma obra infanto-juvenil, essa história tem muitas reflexões atuais e válidas para a vida adulta. 

“Apólogo brasileiro sem véu de alegoria”, de Alcântara Machado

Resumo: “No preço da passagem está incluída a luz. O governo não toma providências?”. Em um vagão escuro, que ia de Maguari a Belém, um baiano cego começa uma revolta ao descobrir que falta luz no trem. Perplexo por todos aceitarem a situação quietos, ele tem que explicar que a iluminação trata-se de um direito e que é preciso cobrá-lo.

 





    

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